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Resultado da busca pela categoria "economia"

Inflação dos mais pobres ficou menor em novembro, segundo o Ipea

Terça | 12.12.2017 | 19h00


O Indicador Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) de Inflação por Faixa de Renda indicou de 0,34% para as famílias de faixa salarial superior (maior do que R$ 9 mil) e apenas 0,07% para as famílias de menor renda (menos de R$ 900). A diferença na alta entre os dois grupos foi de 0,27 ponto percentual. Os dados divulgados hoje (12) pelo Ipea indicam, que no ano, a inflação dos mais pobres acumula uma alta de 1,8%, também inferior à registrada pela classe de renda mais alta, cuja elevação foi de 3,2%. Para a técnica de planejamento e pesquisa do Ipea, Maria Andréia Parente Lameiras, a menor alta para a população situada na faixa de renda mais baixa decorre principalmente da desaceleração dos preços dos alimentos em consequência da safra recorde registrada pelo país ao longo do ano. “De fato, a significativa desaceleração no preço dos alimentos ao longo do ano se constitui no principal foco de alívio inflacionário em 2017, especialmente para as classes de menor poder aquisitivo”, afirmou Maria Andréia. "Os alimentos são o item com maior peso nos gastos totais das famílias mais pobres e a deflação dos alimentos contribuiu para diminuir em 0,16 ponto percentual a inflação dos mais pobres, ao passo que, para a classe mais alta, a ajuda foi de 0,05 ponto percentual", completou. Segundo o Ipea, também os transportes também influenciaram a redução na inflação, embora “em menor intensidade”, com a queda de 0,6% nas tarifas dos ônibus urbanos e de 1,6% na dos interestaduais, “itens de grande peso na inflação dos mais pobres”. Em contrapartida, nas classes mais ricas, para as quais o gasto com combustíveis é bem maior, a alta de 2,9% no preço da gasolina fez com que a contribuição do grupo transportes fosse positiva. Já as tarifas de energia elétrica e do gás de botijão tiveram alta de 4,2% e e de 1,6%  respectivamente, impactando as famílias de menor poder aquisitivo. Os dois reajustes impactaram em aumento de 0,29 ponto percentual na inflação dos mais pobres em novembro; mas de apenas 0,11 pontos percentuais na dos mais ricos. Nos últimos meses, foi constatada a desaceleração da inflação de modo significativo em todas as faixas de renda. O indicador apresenta dados desagregados por grupos, para cada faixa de renda: alimentação, habitação, artigos de residência, vestuário, transportes, saúde e cuidados pessoais, despesas pessoais, educação e comunicação. Ele é calculado com base nas variações de preços de bens e serviços pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Receita destrói 3,4 mil toneladas de mercadorias apreendidas

Terça | 12.12.2017 | 18h00


A Receita Federal vai destruir ao longo desta semana mais de 3,4 mil toneladas de mercadorias apreendidas. O total corresponde a R$ 578 milhões em autuações fiscais. Em 58 unidades do órgão, estão sendo destruídos no 20º Mutirão Nacional de Destruição de Mercadorias Apreendidas produtos falsificados ou que não atendem às normas de vigilância sanitária e de defesa agropecuária. De acordo com a Receita, a maior parte dos resíduos será reciclada. Entre os produtos destruídos estão Ds e DVD's piratas, cigarros, bebidas, cosméticos, medicamentos e alimentos impróprios para consumo ou utilização, produtos falsificados (vestuário, brinquedos, pilhas, isqueiros, relógios, agrotóxicos). A Receita lembra que destruição é uma das modalidades de destinação de mercadorias apreendidas previstas no Decreto-Lei nº 1.455/1976. Segundo o órgão, todo o procedimento de destruição está sistematizado na Portaria RFB nº 3.010/2011, e deve, sempre que possível, ser feito de forma a resultar em resíduos cuja reciclagem seja economicamente viável. “Esses resíduos podem ser destinados mediante leilão, incorporação a órgãos públicos ou doação a entidades beneficentes, mediante assinatura de termo de compromisso de que será utilizado em consonância com as normas ambientais”, diz a Receita. Em 2013, com a publicação da Portaria RFB nº 1.443/2013, foi regulamentado o leilão de resíduos de mercadorias apreendidas antes de sua efetiva destruição, com repasse dos encargos ao arrematante. Desde a sua regulamentação, diz a Receita, já foram realizados 33 leilões desse tipo, gerando uma arrecadação superior a R$ 2,16 milhões.

Aposentados e pensionistas do INSS podem ter o menor reajuste no benefício desde 1995

Terça | 12.12.2017 | 15h00


As quedas nos índices oficiais de inflação este ano jogarão para baixo o reajuste anual — a partir de 1º de janeiro de 2018 — dos segurados do INSS que ganham acima de um salário mínimo. Com isso, esses aposentados e pensionistas deverão ter a menor correção desde a implantação do Plano Real (1994). Isso porque, o indicador oficial usado para corrigir os benefícios — o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) — acumulou em 12 meses, até novembro, alta de apenas 1,95%. A variação do custo de vida de dezembro ainda não saiu, mas a expectativa é que não haja grande alteração. Portanto, o aumento anual deverá ficar mesmo em torno de 2%. Este ano, por exemplo, o governo concedeu aos aposentados que ganham acima do mínimo um reajuste de 6,58%, equivalente ao INPC acumulado até dezembro de 2016, sem ganho real (acima da inflação). Em tese, considerando o INPC até novembro (1,95%), o teto do INSS (de R$ 5.531,31) passaria para R$ 5.638,85, por exemplo. Antes, com a projeção do governo de que a inflação de 2018 seria de 3,1%, esse valor máximo poderia chegar a R$ 5.702,78. Segundo a série histórica dos reajustes concedidos aos aposentados e pensionistas que ganham mais, desde que o Real passou a moeda oficial do país, o menor reajuste aplicado foi de 3,30 %, em abril de 2007. No caso dos mais de 22 milhões de segurados do INSS que ganham apenas um salário mínimo, a regra é diferente. O aumento dos benefícios dependerá da correção do piso nacional (pois ninguém pode ganhar menos). No Orçamento de 2018, o governo prevê que o mínimo vai subir de R$ 937 para R$ 965. Inicialmente, as projeções de inflação eram maiores e indicavam que passaria a R$ 979. Mas, com as constantes quedas na inflação, o valor foi revisto para baixo. E, segundo especialistas, pode cair mais (R$ 958). Em 2016, o reajuste dos benefícios mais altos foi de 11,28%. Os que ganham apenas um mínimo levaram 11,68%.

Petrobras elevará preços do diesel em 1,8% e os da gasolina em 1,4% a partir de terça-feira

Segunda | 11.12.2017 | 12h10


A Petrobras elevará os preços do diesel em 1,8 por cento e os da gasolina em 1,4 por cento nas refinarias a partir de terça-feira (12), segundo comunicado publicado pela estatal em seu site nesta segunda-feira (11). Os reajustes fazem parte da nova sistemática de formação de preços da companhia, em vigor desde julho e que prevê alterações quase que diárias para as cotações dos combustíveis.

Inflação de 2017 deve ficar abaixo do esperado pelo Banco Central

Domingo | 10.12.2017 | 13h00


Dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em novembro mostram que os preços medidos pelo índice apontaram crescimento de 0,28% e, influenciados pela deflação de alimentos, ficaram abaixo do esperado pelo mercado, segundo dados do Intituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (8). A expectativa era de que, ajudado por alimentos, o IPCA ficasse abaixo da alta de 0,42% registrada no mês de outubro, mas a intensidade da desaceleração surpreendeu especialistas. Em 12 meses, a elevação foi de 2,8%. Economistas passaram a acreditar em um cenário de inflação inferior a 3% em 2017, piso estipulado pelo Banco Central.

Exportações baianas crescem graças a soja, algodão e frutas

Domingo | 10.12.2017 | 11h00


Seguindo uma tendência nacional, o agronegócio, que colabora com 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, impulsionou a alta nas exportações da Bahia em novembro, tendo alta de 34,4% em relação ao mesmo mês de 2016. As exportações baianas atingiram US$ 675,3 milhões em novembro, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). O aumento das exportações em novembro foi puxado pelas vendas de produtos básicos, com alta de 114% em relação ao ano passado, de acordo com a SEI. O destaque maior vai para o comércio de soja, algodão, frutas e minerais. A soja, que em 2017 teve a maior safra da história, com colheita de 2,5 milhões de toneladas de grãos, teve alta de 215,5% em relação a novembro de 2016.

Preço da gasolina tem leve alta na semana, no 8º aumento seguido, diz ANP

Domingo | 10.12.2017 | 09h00
Autor: G1


Os preços da gasolina para o consumidor se mantiveram praticamente estáveis nesta semana, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (8) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em média, o valor por litro ficou em 4,052, uma alta de 0,02% na comparação com a semana passada. Foi o oitavo aumento semanal seguido. O leve aumento acontece em um período em que a Petrobras reduziu em 1,6% o preço da gasolina nas refinarias. A variação faz parte da política de preços da Petrobras que reajusta os preços quase diariamente, com o objetivo de acompanhar as cotações no mercado internacionais. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos. Já o preço médio do diesel terminou a semana em queda, passando para R$ 3,303 por litro – uma redução de 1% na comparação semanal. No mesmo período, a Petrobras reduziu o preço do combustível nas refinarias em mais de 8%. O etanol se manteve no mesmo preço da semana passada, vendido ao consumidor final por R$ 3,827 o litro, em média.

Inflação em Salvador tem a maior queda do país no mês de novembro, aponta IBGE

Sábado | 09.12.2017 | 18h00


Queda no preço da farinha de mandioca contribuiu para a queda da inflação em Salvador (Foto: Valéria Oliveira/G1)

Salvador teve a maior queda na inflação do país neste mês de novembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no Brasil, caiu 0,26% neste mês, na capital baiana. A inflação nacional acumula avanço de 2,5% no ano, considerado o mais baixo desde 1998. De acordo com o IBGE, a queda em Salvador foi impulsionada principalmente pela redução no preço da farinha de mandioca (-12,24%) e do feijão carioca (-25,37%). A segunda maior queda na inflação do país, neste mês de novembro, ficou com Fortaleza. A capital cearense teve decréscimo de 0,16% no IPCA. Já Goiânia foi a capital que registrou a maior alta da inflação neste mês, com acréscimo de 0,96%, seguida de São Paulo, cujo IPCA subiu 0,56%.

Vinculado ao preço internacional, gás de cozinha fica 68% mais caro

Sábado | 09.12.2017 | 16h00
Autor: G1


De junho para cá, o preço do gás de cozinha ficou 68% mais caro com reajustes vinculados ao preço do gás no mercado internacional. Agora a Petrobras vai rever essa regra de correção. O descontão vale a viagem. Para quem vai buscar na porta de um depósito, o botijão de gás de R$ 68 sai por R$ 55,90. Em tempos de alta no preço, promoção é bom negócio para os dois lados. “A gente teve que perder um pouco do nosso lucro para poder atrair esses clientes novamente”, contou o revendedor de gás Wallace de Abreu. Nos últimos seis meses, a Petrobras aumentou o preço do gás de cozinha cobrado das distribuidoras em 68%. O gás ficou tão caro que já mudou até o jeito de cozinhar. No restaurante da dona Emília, o cardápio teve que ser adaptado. Desde que o preço do gás de cozinha disparou, a dona Emília parou de usar o forno. Agora tudo é preparado na boca do fogão para ficar pronto mais rápido. Assim ela usa o gás por menos tempo. E a dona Emília, que é cozinheira de mão cheia, garante: sai mais em conta, mas no sabor não tem economia não. “Se eu usar o forno diariamente, o botijão de gás dura dois dias. E sem o forno dura uma semana”, explica Maria Emília de Souza. A carne assada do cardápio foi na panela. Até a receita do pudim, que era feito no forno, mudou: “A receita é a mesma. Só muda o modo de fazer. Que a gente faz na panela com água, tampada, em cima.” Esses aumentos aconteceram porque o preço do gás de cozinha no Brasil é baseado no mercado internacional, e como os preços lá fora estão oscilando muito, a variação chega até as cozinhas brasileiras. O aumento desta semana foi o último com base nessas regras. A Petrobras decidiu mudar a metodologia para aliviar o bolso do consumidor, mas ainda não divulgou como será o novo cálculo. Enquanto isso, o brasileiro se vira. Na casa de Maria do Socorro, no lugar do gás, lenha. Para cozinhar, ela manda brasa. Lá, ultimamente comida só assim, à moda antiga.“Dá para economizar bastante na lenha. É mais gostosa e mais barata, isso é verdade”, disse.

Inflação no ano é de 2,5%, o menor resultado acumulado desde 1998

Sexta | 08.12.2017 | 18h00


A inflação - medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - voltou a desacelerar, fechando novembro em 0,28%, resultado 0,14 ponto percentual abaixo do 0,42% registrado em outubro.  Com isso, no acumulado - janeiro a novembro - a inflação chegou a 2,5%, o menor resultado acumulado nos primeiros 11 meses desde 1998, quando a taxa ficou em 1,32%.  É também um resultado bem abaixo dos 5,97% em igual período do ano passado. Os dados do IPCA – a inflação oficial do país – foram divulgados hoje (8), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, a inflação acumulada de janeiro a novembro ficou em 2,5%. Já o resultado acumulado nos últimos 12 meses ficou em 2,8%, superando os 2,7% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro do ano passado, o IPCA foi de 0,18%.

Brumado: Projeto de lei nº 047/2017 é aprovado e Prefeito, Vice e Vereadores receberão 13° salário e férias

Sexta | 08.12.2017 | 10h00
Autor: Barra Urgente


Foto: Barra Urgente

Assim como em outras cidades do Brasil, um projeto de lei, que autoriza o pagamento de férias e décimo terceiro a Prefeito, vice e vereadores, foi aprovado pela Câmara Municipal de Brumado nesta sexta-feira (08), por 11 votos a favor e dois contra. O projeto é de autoria do poder executivo. Mesmo em um período de crise econômica e controle dos gastos públicos o projeto foi aprovado e os agentes políticos passaram a receber os benefícios. Vale lembrar que em Brumado, no exercício de 2017 o prefeito municipal de Brumado recebe um salário de R$20 mil, o vice-prefeito recebe R$10 mil e os vereadores recebem R$8 mil cada um.

Bahia fica impedida de fazer empréstimo com garantia da União após relatório da Fazenda

Quinta | 07.12.2017 | 16h00


Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A celeuma da liberação do empréstimo de R$ 600 milhões do Banco do Brasil para o estado da Bahia ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (6) com a divulgação da versão final de 2017 do Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais, que traz dados de 2016 e classifica a Bahia com capacidade de pagamento C. A nota impede que a União sirva como garantidor para a realização de empréstimos. O documento avalia o endividamento, a poupança corrente e a liquidez dos Estados e Municípios brasileiros. As notas vão de A a D e apenas quem recebe A ou B poderá receber a garantia da União. A metodologia para calcular a nota da capacidade de pagamento passou por uma reformulação este ano. De acordo com o boletim divulgado nesta quarta pelo Tesouro Nacional, a Bahia receberia classificação C desde 2014 caso os mesmos critérios fosem aplicados desde então. Das 27 unidades da Federação (estados e Distrito Federal), apenas o Pará e o Espírito Santo receberam classificação A, enquanto 12 ficaram com nota B e 10 foram avaliados com C. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul foram os únicos com D, conforme a avaliação. Minas Gerais não possui nota por não apresentar a informação de disponibilidade de caixa.

Tarifa branca, que barateia conta de luz, entra em vigor em janeiro

Quinta | 07.12.2017 | 09h00


Foto: Divulgação | Coelba

A chamada “tarifa branca” começará a valer a partir do dia 1º de janeiro de 2018. A nova modalidade de tarifa para pagamento de energia elétrica vai baratear a conta para quem consumir energia fora dos horários de pico. O consumidor interessado é quem deve pedir adesão à tarifa e a distribuidora precisa trocar o medidor. Inicialmente, a tarifa só estará disponível para quem consome acima de 500 kWh por mês. Em 2019, para quem consome menos que isso e, em 2020, para todos os consumidores brasileiros. A cobrança mais cara ou mais barata vai depender dos horários de consumo. O período mais caro vai das 18h às 21h. O intermediário vai das 17h até as 18h e das 21h às 22h.

Inflação desacelera em novembro e é menor para famílias com renda mais baixa

Quarta | 06.12.2017 | 17h00
Autor: Por Agência Brasil


A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que se refere às famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, fechou o mês de novembro em 0,21%, taxa 0,21 ponto percentual abaixo da apurada em outubro, quando o índice registrou variação de 0,42%. O indicador foi divulgado hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e com o resultado de novembro o índice acumula alta de 2,1% no ano e 2,29% nos últimos 12 meses. A FGV constatou ainda que a inflação medida pelo IPC-C1 fechou o mês de novembro abaixo da taxa relativa ao IPC-Br, que mede a variação da inflação junto às famílias com rendimento de até 33 salários mínimos e registrou, em novembro, variação de 0,36%. A taxa do IPC-Br nos últimos 12 meses ficou em 3,35%, nível também acima do registrado pelo IPC-C1.

Classe de despesas

A queda do IPC-C1 reflete a retração de preços em cinco das oito classes de despesa componentes do índice: Alimentação, cujos preços caíram de 0,31% para uma deflação (inflação negativa) de 0,47%; Habitação (de 1,06% para 0,92%); Comunicação; (de 0,6% para -0,42%); Vestuário (0,07% para -0,17%;) e Despesas Diversas (0,49% para 0,13%). Em contrapartida, os grupos Transportes (-0,20% para 0,58%), Educação, Leitura e Recreação (-0,08% para 0,53%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,21% para 0,23%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

Custo da cesta básica cai em 17 capitais, aponta Dieese

Quarta | 06.12.2017 | 15h01


O valor do conjunto de itens que compõem a cesta básica caiu em novembro em 17 das 21 cidades, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores quedas ocorreram no Rio de Janeiro (3,25%), Belém (2,26%) e Brasília (2,12%). As quatro altas foram registradas no Nordeste: Aracaju (0,21%), Maceió (0,44%), Recife (0,58%) e Natal (0,96%). Mas foram os consumidores gaúchos que pagaram mais caro pela cesta básica nesse período. Em Porto Alegre, o valor atingiu R$ 444,16, 0,61% abaixo do verificado em outubro. Os riograndenses também foram os que mais comprometeram o orçamento na compra dos produtos. Eles gastaram o equivalente a 51,52% do valor líquido do salário mínimo vigente de R$ 937. A cidade de São Paulo aparece na sequência da lista de capitais mais onerosa, onde a cesta foi estimada em R$ 423,23, valor 1,14% inferior ao do mês anterior. O custo dos itens essenciais na mesa dos paulistanos acumula queda de 3,57% no ano e de 6,03%, em 12 meses. O terceiro maior valor da cesta básica foi constatado em Florianópolis (R$ 415,00), onde o preço médio teve retração de 0,34% em relação a outubro, de 8,55% desde janeiro e de 10,99% em 12 meses. O valor mais baixo foi encontrado em Salvador (R$ 315,98), seguida de João Pessoa (R$ 324,90) e Recife (R$ 327,85). No acumulado do ano, todas as capitais tiveram redução. O recuo mais expressivo ocorreu em Campo Grande (14,43%), onde o valor da cesta atingiu R$ 364,33. De acordo com estimativa, o salário mínimo ideal deveria ser de R$ 3.731,39 para a compra da cesta e para as despesas essenciais de uma família de quatro pessoas. Esse valor equivale a 3,98 vezes o mínimo em vigor. Em igual mês de 2016, o ganho foi avaliado em R$ 3.940,41 ou 4,48 vezes o salário mínimo, que, naquela época, era de R$ 880.

Indústria cresce 5,3% em outubro, maior taxa desde abril de 2013

Terça | 05.12.2017 | 19h00


A produção industrial brasileira fechou o mês de outubro deste ano com crescimento de 5,3% em relação a outubro do ano passado, registrando a sexta taxa consecutiva de crescimento nesta base de comparação. Foi a taxa mais elevada nesta base de comparação desde os 9,8% de abril de 2013. Os veículos automotores, reboques e carrocerias foram a atividade que mais influenciou a alta. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Brasil, divulgada hoje (5), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a setembro deste ano, o crescimento da indústria em outubro foi de 0,2%, o segundo resultado positivo consecutivo na série livre de influências sazonais. Nos últimos dois meses, a alta acumulada é de 0,6%. Com o resultado de outubro, a indústria tem alta acumulada em 2017 de 1,9%, em comparação com primeiros dez meses do ano passado. Já o acumulado nos últimos doze meses avançou 1,5%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo para o acumulado dos últimos doze meses e o mais elevado desde os 2,1% de março de 2014. Apesar da relativa estabilidade entre setembro e outubro, o crescimento de 0,2% se deu de forma disseminada, com aumento da produção em 15 das 24 atividades pesquisadas. Em setembro, apesar do crescimento revisado de 0,3%, a expansão se deu em apenas oito das atividades pesquisadas.

MPF afirma que vai devolver mais R$ 650 milhões à Petrobras

Terça | 05.12.2017 | 18h00


O Ministério Público Federal (MPF) vai fazer mais uma devolução de cerca de R$ 650 milhões à Petrobras. A informação foi confirmada ao G1 pela procuradoria na manhã desta terça-feira (5). O valor foi recuperado por meio de acordos de colaboração e de leniência celebrados durante as investigações da Operação Lava Jato. De acordo com os MPF, esta será a maior quantia já devolvida em uma investigação criminal no país de uma vez só. De acordo com a Petrobras, ao menos R$ 800 milhões já tinham sido recuperados pela estatal no esquema de corrupção investigado pela operação. O MPF informou que dará mais detalhes sobre a devolução dos cerca de R$ 650 milhões em uma coletiva de imprensa marcada para a manhã de quinta-feira (7). Somando os dois valores, o ressarcimento à Petrobras passará de R$ 1,4 bilhão.

Gás de cozinha tem sexta alta consecutiva em 2017

Terça | 05.12.2017 | 17h00


A Petrobras divulgou nesta segunda (4) o sexto aumento seguido no preço do gás de cozinha comercializado em botijões de 13 quilos. Desta vez, o aumento será de 8,9%, em média, valendo a partir desta terça (5). Desde que a Petrobras iniciou a sequencia de alta, em agosto, a correção acumulada no preço do gás vendido em botijões de 13 quilos chega a 67,8%. Desde 2003, a estatal realiza dois preços para o gás liquefeito de petróleo (GLP, o gás de cozinha): um para os botijões menores e outro para grandes vasilhames ou a granel, mais usado por indústria e comércio. Este último teve um ajustamento de 5,3% anunciado na semana passada. De acordo com a Petrobras, se o repasse do reajuste desta segunda for no valor todo, o preço do botijão nos pontos destinados ao consumidor final subirá 4%, ou R$ 2,53. “O reajuste foi causado principalmente pela alta das cotações do produto nos mercados internacionais”, disse a empresa, em comunicado. De acordo com o Sindigás (Sindicato das Empresas Distribuidoras de GLP), o preço praticado pela estatal está hoje 1,3% abaixo das cotações internacionais do produto. Estabelecida em junho, a nova política de preços da companhia para o GLP considera as cotações internacionais, a taxa de câmbio e a margem de lucro. No caso do produto vendido para as indústrias, a conta inclui ainda o custo de importação.

Brumado: indicação pleiteia que terminal rodoviário seja administrado pelo município

Terça | 05.12.2017 | 12h00
Autor: Barra Urgente


Na última sessão da câmara de vereadores de Brumado, através do requerimento de nº 006/2017 foi votado e aprovado por unanimidade e o presidente do legislativo, vereador Leonardo Vasconcelos indicou que o prefeito municipal de Brumado, Eduardo Lima Vasconcelos, envie oficio para o Governador do Estado da Bahia, Rui Costa, solicitando que o Terminal Rodoviário de Brumado, que é administrado pelo Estado da Bahia, seja doado para o município de Brumado. O intuito dessa ação é que o espaço possa ser mais bem assistido com presença de mais espaços comerciais, melhoria no atendimento dos passageiros e, assim que novas linhas de ônibus possam atender no terminal, para que os destinos saindo de Brumado possam ser ampliados.

Brumado: Comércio com expectativa de crescimento no período natalino aumenta o expediente para atender os clientes

Segunda | 04.12.2017 | 11h00
Autor: Barra Urgente


O mês do ano que possui um dos mais altos índices de vendas chegou e com ele a expectativa de aumento nas vendas do comércio. Em Brumado, os sinais de festas de final de ano já podem ser vistos por toda a cidade em sua decoração, luzes e o Papai Noel em várias lojas da cidade. A expectativa é que o número de vendas seja alto durante o período e, para isso a CDL divulgou o horário de funcionamento das lojas que será alterado durante esse mês de dezembro, confira: de 04 a 08 de dezembro - das 08h ás 19h; dia 09 - das 8h às 14h; de 11 a 15 - das 08h às 20h; dia 16 - das 08h às 14h; de 18 a 22 - das 8h às 20h;  dia 23 - das 8h às 18h;  dia 24 - das 8h às 12h;  dia 25 - vetado o funcionamento; de 26 a 29 - das 8h às 18h;  dia 30 - das 08 ás 18h; dia 01 - vetado o funcionamento. Vale lembrar que este horário é facultativo e visa atender a convenção coletiva 2017 do Sindicato dos Comerciários.